Balança Bragança 7

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17 de dezembro

Abertura da casa: 20:00 H

Horário do show: 23:59 H



Vem ai mais uma edição do festival Balança Bragança 7 º !

BANDAS :

Betina:

BETINA . FOTOGRAFO LECO DE SOUZA. 01

A cantora Betina é uma mulher livre: uma artista que não quer se prender a nada, que acredita no obvio, no clichê e no extremo contrário. Mas o percurso para essa liberdade também conta. Desde menina, a curitibana criada no Amazonas soma influências do universo musical e da cultura popular brasileira a seus próprios ideais e intenções. Em 2011, lançou o EP “Doses Homeopáticas de Humanidade”. Em 2013, sua voz sedutora e autenticidade chamaram atenção do músico BNegão, que a convidou para integrar seu show “Sítio do Picapau Amarelo” como a personagem Emília. Betina seguiu no projeto com BNegão & Seletores da Frequência até 2014, para em 2015 – aos 28 anos – iniciar o processo de concepção de seu primeiro álbum, “Carne de Sereia”, produzido pelo artista China.

 

Betina vê a criatividade como transcendente, testando caminhos até chegar no equilíbrio que retira elogios de quem assiste suas performances. Para “Carne de Sereia”, a proposta foi mergulhar em si e retornar à superfície com mais fôlego, com letras sinestésicas, lúdicas e passionais em melodias que transitam por diferentes tonalidades. A faixa escolhida para estrear o disco, chegando primeiro aos ouvidos e olhos do mundo, fala justamente de trocas. “Cafuné foi composta pensando em sensações que se imprimem na memória e são difíceis de se ignorar ou esquecer, são como carícias”, diz a cantora. A musica tem produção de China e mixagem de Buguinha Dub. A faixa foi gravada nos estúdios Casa da Pompeia e PIPA Music.

 

Cafuné ganhou clipe filmado, em sua maior parte, na região periférica de Curitiba, onde Betina cresceu. “Os cenários são muito familiares a mim, posso dizer que ali estou em casa, ainda mais por serem todos os personagens do clipe amigos meus”. Em três dias de gravação e uma grande festa para celebrar as conexões, o diretor Leco de Souza transformou a canção em algo memorável, mas também tátil. A produção é de Séfora Roque e Mauro Fernandes, também produtor da cantora. E o resultado é um convite a libertar-se e – por quê não? – chamegar.

Marina Mello:
1_Marina_Melo_Soft_Apocalipse_Credito_Lola_Ramos

 

A cantora Marina Melo apresenta seu primeiro disco, Soft Apocalipse. Paulistana, 25 anos, ela escreve desde criança e iniciou os estudos de canto e violão na adolescência. Quando descobriu que podia amplificar suas palavras, unindo-as com a música, passou a compor apaixonadamente.

 

O produtor musical Gabriel Serapicos propôs a gravação de um álbum assim que conheceu o trabalho da artista, iniciando com ela um laboratório intenso de criação de arranjos, coroado por Zeca Baleiro, que participou de uma das faixas, Adulto.

 

Produzido de forma independente, o álbum traz treze canções de letras inteligentes e bem-humoradas, que fazem uma crítica aguda a questões contemporâneas, mas que também revelam a delicadeza de temas íntimos da compositora. Os arranjos transitam por diferentes estilos musicais, que vão do rock ao baião, da calmaria à apoteose, ressaltando a versatilidade da artista como performer, que leva sua voz do balbucio ao grito, da dor ao riso.

 

A canção Laura, que trata da violência sofrida por mulheres, tem interpretação e arranjo agressivos, bem diferente da suave Sol de Sábado e das divertidas Desditos e Sala de Concerto. Já Saudade, que abre o disco, resume o universo de Marina, ora calmo ora de revolta, abordando de maneira inusitada deste sentimento tão comum. Veja apresentação ao vivo da faixa: https://youtu.be/z8Zda2LjMmA.

 

Disponível em serviços de streaming e para compra no site oficial, o CD vem recebendo atenção da crítica musical de importantes veículos do país. Thales de Menezes, jornalista da Folha de São Paulo (24/05/16), disse que “Marina Melo vai de uma música docinha ao rumo de uma quebradeira sonora”. Pare ele, Soft Apocalipse é “um álbum agradavelmente inclassificável”. O crítico Tárik de Souza afirmou na revista Carta Capital (22/05/16), que a artista “estreia em disco no qual conjuga a emissão certeira, cortante, com a língua afiada de suas letras” e que “o CD esculpe um perfil de intérprete autoral com diversificado domínio estético”. No programa Som de Letra (rádio MEC FM – 03/06/16), o produtor Livio Tragtenberg comentou “a nova voz poética e musical” de Marina, que “surge na melhor linhagem de Itamar Assumpção e Luiz Tatit”.

 

Marina Melo lançou oficialmente Soft Apocalipse no mês de junho, no Centro Cultural Rio Verde. Entre as apresentações, destaque para o show realizado no Sesc Pompeia, em agosto, dentro do projeto Prata da Casa, que dá visibilidade a novos artistas da música brasileira. Nele, a cantora recebeu para uma “canja” a poeta, slammer e produtora cultural Mel Duarte, que abriu a última Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) com um sarau dedicado a mulheres negras. Veja o vídeo: https://youtu.be/wIDkivlYeVI.

DJ s :

Dj Sallun com intervenção de Suzi Arruda (Pedra Branca) 

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Luciano Sallun, explora há mais de dez anos uma abrangente pesquisa musical, unindo a cultura com o entretenimento. Unindo-se a etnomusicologia, e a analise musicológica entre os estilos, onde se dá vazão a uma mistura global com coerência, um dos poucos multi-instrumentistas unindo a etnomusicologia para realizar dj set. Explora sonoridades dentro do downtempo, global beats, balkan beats, triphop, dubstep, world music no seu set e sua pesquisa como musico, produtor, compositor, instrumentista e musicoterapeuta, trazendo a seu set conexões globais do tradicional ao contemporâneo de forma criativa, unindo-se a uma atmosfera universal. Em seus projetos de criação autoral toca instrumentos como sitar, alaúde, saz, vielle de roda, jawharp e muitos outros instrumentos musicais de diversas etnias, bem como também produz musica eletrônica e instrumentos alternativos construídos. Com isso trabalha com seu projeto Pedra Branca e utilizando instrumentos reciclados e instalações sonoras no GEM Grupo Experimental de Música. Como DJ passou pelas maiores festas e festivais em diversas cidades, bem como clubs e abrindo dance floor, casas de show. lounges e restaurantes.

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Suzi Arruda, acrobata e bailarina, desenvolve suas pesquisas unindo a dança contemporânea com influências orientais e da performance junto a  acrobacias circenses. Usa os aparelhos aéreos unindo o tradicional a novas formas de acrobacias com dança e reinventando os aparelhos. Teve experiências artísticas em alguns estados pelo Brasil e em alguns países como Portugal, Espanha, Argentina  e Holanda, participando de diversos workshops, festivais e residências artísticas de circo e dança. Teve como principais professores de dança: Isabella Farina, Sandro  Borreli, Henrique Lima, Zé Maria Lisboa , Mirian Druew e Professores de circo, Camila Vaz, Elza Wolf, Paulo Barbuto, Cinthia Beranek, Monica Alla, Suzie Bianchi, entre outros. Estudou Laban e atualmente estuda a danca clássica indiana Odissi, bem como pós gradução em técnica Klauss Vianna/ PUC-SP. Além de seus trabalhos pessoais e em diversos projetos, atua como bailarina/acrobata do grupo musical “Pedra Branca” e faz parte do NAC – Núcleo Ares de Criação do “Grupo Ares.”

Performance : Laíz Latenek

Pintura na parede : Check Centini

Exposição de Mandalas : Helen Chimura

Fábrica de Bonecões: Guilherme Takahashi

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Esperamos por vocês! Tim-Tim

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Pontos de Venda

Em virtude do cenário atual, não estamos trabalhando com pontos de vendas.
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